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Lc 4,18-19. O programa de Jesus – V: O espirito me ungiu para proclamar um ano de Graça do Senhor

Por: Padre Guilherme Gomes* “O Espirito me ungiu para (…) proclamar um ano de graça do Senhor” (Lc 4, 18). Que significa isso? Um ano de graças do Senhor quer dizer para nós que, uma vez acontecido tudo o que foi anunciado anteriormente, Deus fornece um tempo de total bonança. Ele escancara o coração dele para entregar tudo o que é bom para nós: Desde a graça santificante que implica o perdão de nossos pecados e a presença dele em nós, dando a força necessária para realizarmos de maneira plena tudo aquilo que Ele programou para cada um de nós. É mesmo um tempo de [ Continue lendo]

Erros e Pecados

Cometemos muitos erros, é verdade. Mas, os erros que na vida cometemos os cometemos porque queríamos acertar, arriscando um caminho, uma opção, uma hipótese, construindo uma solução porque tínhamos a impressão de que acertaríamos; ou erramos por não saber, não conhecer e foi total inocência nossa; ou erramos porque fomos displicentes ou desejamos que fosse assim, por pura impulsividade sem medir as consequências de nossos atos. Erramos e erramos feio!             Com o nosso erro aprendemos que todo ele tem consequências. Umas leves, outras graves e outras [ Continue lendo]

Ave Cheia de Graça!

Em todos os recantos do Brasil se houve um refrão bíblico, da saudação do anjo Gabriel e cantado pelos cristãos de hoje: “Ave cheia de graça” e como que, numa só voz se houve uníssono um balbuciar do coração devoto: “Ave cheia de amor, salve ó mãe de Jesus, a ti nosso canto e nosso louvor” É o canto que se entoa nas comunidades cristãs de base. Tal canto evoca o que muitas vezes já o dissemos aqui: Maria é mãe cheia de graça; e o é, não por sua própria vontade, mas por iniciativa de Deus, mediante o “Sim” dela ao seu projeto de salvação. Por isso que todas [ Continue lendo]

Gênesis 3

            Esse capitulo 3 do Gênesis está provavelmente situado no contexto do período do rei Salomão, no século X a.C. Contudo sua redação e releitura situa-se no período do exílio no século VIII a.C.  Ele é de tradição Javista. Nele encontramos “por trás das palavras”  a situação do povo nas corvéias (escravidão) do grande rei. É uma releitura para responder as seguintes perguntas: De quem é a terra (éden)? Porque fomos expulsos dela? Quem nos enganou e nos fez quebrar a Aliança? Porque sofremos as conseqüências (hoje, longe de casa, violência, [ Continue lendo]