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Amor e liberdade na vida a dois

celebração do Sacramento do Matrimônio – Direitos Reservado Por: Sebastião Catequista Toda tentativa de conceituar e falar do amor o limita de certo modo, como também revela sua riqueza e interioridade nas mais variadas situações. O mesmo se aplica a liberdade. Entretanto, nem por isso deixamos de falar sobre o amor e a liberdade. E aqui tecemos essa reflexão sobre o amor e a liberdade contextualizado na vida a dois. Comecemos pela liberdade… A liberdade é essencial à vida humana. Faz parte de sua constituição visceral. Com a liberdade podemos ser criativos, dinâmicos [ Continue lendo]

A Missa: motivações

Por: Sebastião Catequista Todos sabem que a Missa é uma celebração cujo ritual com sua rica simbologia constitui um ato litúrgico de fé da Igreja. Na Missa, celebramos a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, o Senhor vivo e ressuscitado. Ele que está presente na vida do seu povo, se faz presença de fé também nesta celebração. Aliás, a Missa é o encontro do povo com Deus, de Deus com o povo. Dos cristãos com o seu Senhor. É um encontro especial, orante, onde a oração tem seus efeitos na vida pessoal e comunitária dos fiéis. Mas, se compreendemos a Missa assim, como [ Continue lendo]

Maria Servidora: Segundo relato.

            Caro leitor e internauta, continuando nossa reflexão sobre Nossa Senhora dentro das Sagradas Escrituras no Segundo Testamento, o fazemos em quatro partes usando o termo “retratos” para designar o que a memória das comunidades conservou sobre nossa Senhora. Pois, bem, no artigo anterior falávamos do primeiro retrato conservado pelas comunidades: Maria mãe de Jesus, corajosa e cúmplices do plano de Deus com o seu Sim. Neste segundo retrato, o evangelista Lucas em 1,39-56, nos diz de Maria, mãe de Jesus: Ela é Servidora. Está atenda às necessidades das pessoas [ Continue lendo]

Razão, Vontade e Sentimentos

            A Razão define a personalidade humana enquanto ser pensante.             Durante séculos foi matizada como algo tipicamente masculino, próprio do mundo masculino. No ocidente definiu as relações, as relações de poder. O ser ontologicamente sempre foi definido pela Razão.             A Razão dá o equilíbrio ao Ser, define seus contornos, direciona, pesa e reinventa as consequências da plausibilidade e do incerto. Ela recria novas possibilidades. Pensa o Ser constantemente e permanentemente.             A Razão por sí é [ Continue lendo]

Deus existe!

            Deus existe. Para muitas pessoas isso é um fato. Como se chegou a essa conclusão, os caminhos percorridos foram diversos. Alguns não foram isentos de crises e conflitos.             Hoje, quase a totalidade da humanidade crer nesse fato que por sua vez criou cultura, fundou povos e religiões.             A religião é uma forma de entrar em contato, estabelecer relações com Deus. Não é a única forma, mas reclama para si precedência e exclusividade. O homem a criou.             Somos mais de 4,5 milhões de pessoas que crendo, [ Continue lendo]

Como Deus ama?

            Como Deus ama? Qual a sua forma de amar? Em que consiste o fundamento desse amor?             Deus ama. Este fato por si só é desconcertante, mistérico e tão sem e com sentido que tudo o que se disser ainda é pouco ou quase nada, ao mesmo tempo que é inaudito e paradoxal.             Deus ama. E o fato de amar cria-nos a própria Existência do nada. Entretanto, em se tratando de Deus, o “nada” já constitui o instante da própria existência.             Deus ama. E porque ama devota ao objeto amado toda devoção; e seu [ Continue lendo]

Evangelho de João: O Discípulo Amado

Eis umas linhas sobre o evangelho de João para nos ajudar na sua leitura. Boa leitura. João, o discípulo amado             João, é conhecido como filho de Zebedeu, o pescador. Ele, tem também um irmão, Tiago. Ambos fazem parte do grupo dos Doze (Cf. Mt 10,2; Mc 3,17; Lc 6,14; At 1.13). Mc 3,17 acrescenta que os dois irmãos receberam de Jesus o nome de ‘Boanerges’, isto é “filhos do trovão”. Independente de seu significado, esse nome certamente não sugere um comportamento passivo e contemplativo. Tinham personalidades fortes.             João e Tiago [ Continue lendo]