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A Missa: motivações

Por: Sebastião Catequista Todos sabem que a Missa é uma celebração cujo ritual com sua rica simbologia constitui um ato litúrgico de fé da Igreja. Na Missa, celebramos a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, o Senhor vivo e ressuscitado. Ele que está presente na vida do seu povo, se faz presença de fé também nesta celebração. Aliás, a Missa é o encontro do povo com Deus, de Deus com o povo. Dos cristãos com o seu Senhor. É um encontro especial, orante, onde a oração tem seus efeitos na vida pessoal e comunitária dos fiéis. Mas, se compreendemos a Missa assim, como [ Continue lendo]

CNBB e as Comunidades Quilombolas: Documento 105.

  Representantes das Comunidades Quilombolas dos Estados que compõe o Regional Nordeste 2 da CNBB, estiveram reunidos em Caruaru-PE, no Santuário das Comunidades. O encontro contou com a participação de pessoas vindas das cidades de Varzea, Guarabira e Patos na Paraíba; de Lagoa dos Gatos, Caruaru, e Garanhuns do Estado de Pernambuco; da cidade de Caicó no Rio Grande do Norte; de Palmeira dos Índios em Alagoas, juntamente com o pessoal do Setor Social da CNBB-NE2; o Pe. Ari Reis – Assessor nacional das Pastorais Sociais da CNBB; e Dom José Luis Ferreira Salles, CSsR, bispo de [ Continue lendo]

A celebração, o rito, os símbolos e a assembleia litúrgica.

A vivência da liturgia (celebração da vida de Jesus e a presença e ação de Deus na vida, na história) passa necessariamente com todos os seus conteúdos pela celebração, cujo rito se faz necessário, e com a presença dos seus atores que ocupa um lugar especial, afinal, sem eles, não haveria celebração. E como se trata da celebração onde se faz memória de Deus na vida do povo, é sumamente importante que ai haja a fé. A “alma” que tece o ritmo da celebração é a fé. Sem fé não há celebração. Pode haver assembleia, motivos, mas essa fica meramente um teatro. Não é [ Continue lendo]

1Rs 19,1-20: Elias e o encontro com Deus

Leitura: O que diz o texto? Após o combate de Elias com os profetas de Baal, a rainha Jezabel recebe do rei Acab a notícia de sua derrota no conflito com Elias. A rainha manda avisar ao profeta que Ele não terá mais tempo de vida. Elias ao receber a notícia foge para o deserto, para a montanha do Horeb. Em sua viagem, pára em Bersabéia para em seguida entrar deserto adentro. No caminho, cansado, pára junto ao pé de junípero. Entra em desespero e pede a morte. O cansaço o faz dormir, porém, um anjo lhe aparece e lhe dá pão por comida e água por bebida. Admoesta-o a continuar o [ Continue lendo]

Reunião de pais e mestres?

É preocupação para os catequistas e coordenação de catequese a reunião com os pais dos catequizandos. Geralmente se tem a ideia de que é uma reunião como “reunião de pais mestres” colegial. Não é bem assim, uma reunião de catequistas com os pais dos seus catequizandos não é e nem deveria ser uma reunião de pais e mestres. Motivo: catequistas não são professores e nem dão “aula” de uma matéria singular. São, isso sim, facilitadores e pregadores da palavra. Suas reuniões não são aula (ainda que se dê a entender assim), mas encontro, onde o Senhor [ Continue lendo]

Como faço para “Fazer um encontro de Catequese”?

 Volta e meia, nos encontros de formação dos catequistas, nos deparamos com perguntas onde está evidente uma questão pedagógica e metodológica: como fazer o encontro de catequese com os meus catequizandos? Dai, entendo que tanto os iniciantes como os veteranos têm dificuldades de aplicar o método de interação fé e vida, e desconhecem a prática do ensino. É claro que catequistas não são professores e não precisam necessariamente ter formação ou ser formado em pedagogia ou magistério, e nem deveriam, uma vez que, na catequese, apesar de haver transmissão de conhecimentos, [ Continue lendo]