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Amor e liberdade na vida a dois

celebração do Sacramento do Matrimônio – Direitos Reservado Por: Sebastião Catequista Toda tentativa de conceituar e falar do amor o limita de certo modo, como também revela sua riqueza e interioridade nas mais variadas situações. O mesmo se aplica a liberdade. Entretanto, nem por isso deixamos de falar sobre o amor e a liberdade. E aqui tecemos essa reflexão sobre o amor e a liberdade contextualizado na vida a dois. Comecemos pela liberdade… A liberdade é essencial à vida humana. Faz parte de sua constituição visceral. Com a liberdade podemos ser criativos, dinâmicos [ Continue lendo]

A Missa: motivações

Por: Sebastião Catequista Todos sabem que a Missa é uma celebração cujo ritual com sua rica simbologia constitui um ato litúrgico de fé da Igreja. Na Missa, celebramos a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, o Senhor vivo e ressuscitado. Ele que está presente na vida do seu povo, se faz presença de fé também nesta celebração. Aliás, a Missa é o encontro do povo com Deus, de Deus com o povo. Dos cristãos com o seu Senhor. É um encontro especial, orante, onde a oração tem seus efeitos na vida pessoal e comunitária dos fiéis. Mas, se compreendemos a Missa assim, como [ Continue lendo]

Marcos 9,2-10: Transfiguração

Neste segundo domingo da quaresma a liturgia nos propõe como escuta da palavra, o evangelho de Marcos 9,2-10. Nesse texto nos é apresentado Jesus transfigurado tendo ao seu lado Elias e Moisés, e aos seus pés os discípulos Pedro, Tiago e João. Dentro do contexto em que o evangelho foi escrito e salientando que o mesmo em certo sentido de leitura quer responder a pergunta “Quem é Jesus” fica obvia a resposta nessa perícope proposta para hoje: Jesus é aquele que (a) continua as intuições da linha profética (Elias) e da lei (Moisés);  (b) sendo ele o maior dos profetas e mais [ Continue lendo]

Carta a Diogneto

No início do século III aparece esta carta de autor desconhecido, onde se louva a beleza do ideal cristão. Os cristãos não diferem dos demais homens pela terra, pela língua, ou pelos costumes. Não habitam cidades próprias, não se distinguem por idiomas estranhos, não levam vida extraordinária. Além disso, sua doutrina não encontraram em pensamento ou cogitação de homens desorientados. Também não patrocinam, como fazem alguns, dogmas humanos. Mas, habitando, conforme a sorte de cada um, cidades gregas e bárbaras, é acompanhado os usos locais em matéria de roupa, [ Continue lendo]