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O mundo que eu quis

Em tempos de Campanha da Fraternidade: Casa Comum – nossa responsabilidade – compartilhamos esse vídeo que em muito pode nos inspirar bons encontros e reflexões na catequese, nos encontros de jovens, etc.   O mundo que eu quis Não é esta aí a natureza que eu quis, que tomba indefesa, perdendo a beleza, trazendo a tristeza na terra que eu fiz. Não é esta aí a terra que eu quis, desfeita em pedaços por grandes ricaços, por mãos criminosas do homem que eu fiz. Não é este aí o homem que eu quis, que vive oprimido, que anda perdido, que cai abatido no mundo que eu [ Continue lendo]

Os Símbolos dos Quatro Evangelhos

Como foram atribuídos os símbolos dos quatro Evangelhos? A arte cristã sempre representou cada evangelista por um ser vivente: São Mateus é simbolizado por um homem; São Marcos, por um leão; São Lucas, por um touro; e São João, por uma águia. O fundamento desses ícones é bíblico. O livro do Apocalipse de São João, por exemplo, traz a visão de quatro seres viventes que rendiam glória a Deus: “O primeiro animal vivo assemelhava-se a um leão; o segundo, a um touro; o terceiro tinha um rosto como o de um homem; e o quarto era semelhante a uma águia em pleno voo. (…) Não [ Continue lendo]

A Morte e a Ressurreição pela Parapsicologia

Pessoal, publicamos aqui, a entrevista do Padre Oscar Quevedo, tirando do site cujo fonte vocês encontrarão o link abaixo. É muito bom, boa leitura. Por: Oscar G. Quevedo S.J Pergunta: O senhor falou que a alma não se separa do corpo, então o que acontece com ela após a morte? Se o corpo vai para o cemitério. Primeiro, há que demonstrar-se que temos alma. Temos alma? Temos! De 1934 para cá, nos Estados Unidos, a Escola Norte Americana de Parapsicologia (microparapsicologia de laboratório) . De 1953 para cá, em todo o ocidente, a Escola Européia, para esta tiro o chapéu. (Uma [ Continue lendo]

Gênesis de 1 a 11

            Os relatos de Gn 1 a 11 não constituem fatos “históricos”, mas são leituras da historia a partir da fé num contexto de exílio e choques culturais entre o povo de Israel e os povos do Oriente Antigo. Muitos cristãos infantilizados na sua percepção religiosa têm dificuldades para entender a “verdade” quando se deparar com uma leitura contextualizada desses textos, e reagem de modo grosseiro, meio que “protestante”, expondo-se ao ridículo.             Com clareza e abertura de coração meditemos nessas linhas, alguns traços da verdade [ Continue lendo]