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O mundo que eu quis

Em tempos de Campanha da Fraternidade: Casa Comum – nossa responsabilidade – compartilhamos esse vídeo que em muito pode nos inspirar bons encontros e reflexões na catequese, nos encontros de jovens, etc.

 

O mundo que eu quis

Não é esta aí a natureza que eu quis,
que tomba indefesa, perdendo a beleza,
trazendo a tristeza na terra que eu fiz.

Não é esta aí a terra que eu quis,
desfeita em pedaços por grandes ricaços,
por mãos criminosas do homem que eu fiz.

Não é este aí o homem que eu quis,
que vive oprimido, que anda perdido,
que cai abatido no mundo que eu fiz.

Será que eu falhei? Me digam vocês.
Será que eu pus muita agua no mar?
Será que é o calor do meu sol a queimar?
Se acaso é assim, perdão: eu errei.

Agora eu lhes digo o mundo que eu quis:
as estrelas não brigam, o sol não se afasta,
o mar não soçobra na terra que e fiz.

Agora eu lhes digo a terra que eu quis:
sem ódio, nem guerra, sem tanta injustiça.
que ferem meu filho, o homem que eu fiz.

Agora eu lhes digo o homem que eu quis:
um homem liberto, fraterno e aberto,
fazendo da vida um canto feliz.

Será que eu falhei sendo bom demais?
Será que o amor, a justiça, e a paz
não valem mais nada neste mundo meu?
Se acaso é assim, perdão: eu errei.

 

 

 

 

 

 

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